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Bombardeado de crítica, o que explica a permanência do secretário da Cultura do Estado Bruno Monteiro?

Leia a coluna Pombo-Correio na íntegra

  • Foto do(a) author(a) Pombo Correio
  • Pombo Correio

Publicado em 29 de agosto de 2025 às 10:26

Secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro
Secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro Crédito: Manu Dias/GOVBA

Após um tempo de aparente calmaria, o secretário da Cultura do Estado, Bruno Monteiro, voltou a ser bombardeado de críticas por integrantes da classe artística da Bahia, que fizeram há alguns dias um manifesto muito duro contra ele. E, segundo fontes do setor na Bahia, o grupo ganhou o apoio da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que teria passado a endossar, de maneira discreta, o coro pela saída de Monteiro do cargo.

A queixa generalizada é que o secretário não entende do assunto, não tem planejamento e não consegue tocar projetos e editais de maneira eficiente, o que prejudica o setor cultural. Apesar de tudo, inclusive das críticas de Brasília, Monteiro segue intocável no posto, de acordo com fontes governistas.

Há três teorias que tentam explicar a permanência de Bruno Monteiro no posto de secretário da Cultura da Bahia, apesar das críticas e da falta de resultados. A primeira é o aval do senador Jaques Wagner (PT), responsável pela indicação no início do governo e principal fiador dele.

A segunda é que Monteiro se aproximou e conquistou a confiança de Jerônimo Rodrigues (PT), sendo inclusive um defensor do governo – ou, como definiu uma fonte do setor cultural, um grande bajulador do governador. Por fim, há quem diga que Monteiro conta com o apoio da primeira-dama Janja da Silva. Uma destas teses pode explicar a segurança de Monteiro, ou talvez as três juntas.