Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Aprenda 6 formas de fortalecer a autoconfiança, segundo a ciência

Especialistas mostram como atitudes simples podem transformar a autoestima e o desempenho na vida e no trabalho

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 28 de agosto de 2025 às 15:06

Autoconfiança pode ser peça chave para aumentar o desempenho pessoal e profissional
Autoconfiança pode ser peça chave para aumentar o desempenho pessoal e profissional Crédito: Freepik

Falar em público, aceitar um novo desafio profissional ou conduzir uma conversa delicada: em todas essas situações, sentir-se seguro pode fazer a diferença.

Quando surgem incertezas sobre as próprias competências, o efeito não é apenas emocional, mas também influencia como somos vistos pelos outros.

O primeiro passo para parar de se importar com tudo é entender o que realmente importa para você por Freepik

Pesquisas e especialistas apontam que a confiança em si mesmo é uma habilidade que precisa ser constantemente cultivada.

“Demonstrar confiança, mesmo que não seja genuína, pode mudar a maneira como os outros nos veem e, ao mesmo tempo, aumentar nossa própria segurança”, explica Hannah Owens, assistente social clínica, em reportagem da Verywell Mind.

Confiar nas suas capacidades

A postura confiante gera um ciclo de retorno positivo, afetando tanto a forma como nos enxergamos quanto a reação das pessoas ao redor.

Conforme a Associação Americana de Psicologia, autoconfiança é acreditar na própria capacidade de enfrentar as demandas de uma atividade, variando de um senso de controle geral da vida até a confiança em situações pontuais.

A falta de confiança pode prejudicar o desempenho escolar, profissional e os relacionamentos, mas quando presente está associada a mais bem-estar mental.

Para aumentar a segurança pessoal, é importante compreender como esse processo se constrói. Veja algumas estratégias para cultivar autoconfiança.

Prática constante e influência do ambiente

A insegurança e a autocrítica repercutem tanto dentro de nós quanto nas interações. “A confiança comunica aos outros que você é confiável e capaz, o que é útil social e profissionalmente”, destaca Owens.

Comparação social e redes

Pesquisas mostram que medir-se pelo padrão alheio tende a diminuir a autoestima, principalmente no meio digital.

Owens destaca que redes sociais intensificam esse efeito. Direcionar o foco para conquistas próprias e manter um diário de gratidão ajudam a reduzir essa comparação.

Conexões positivas e hábitos de cuidado

Vínculos de apoio fortalecem a percepção pessoal, enquanto conviver com pessoas críticas pode miná-la. Por isso, reconhecer relações saudáveis é fundamental.

Alimentação adequada, exercícios físicos, práticas de meditação e boas noites de sono estão ligados à autoestima e confiança. Pesquisas apontam que o exercício melhora a imagem corporal e que a meditação auxilia a enfrentar a autocrítica.

Ser gentil consigo mesmo

Reconhecer limitações e lidar com os próprios erros com compaixão traz flexibilidade emocional e reforça a relação interna e externa. Estudos mostram que a autocompaixão está relacionada a níveis mais altos de autoconfiança.

Enfrentar medos e desenvolver habilidades

Pensamentos negativos restringem possibilidades; trocar frases como “Não sou capaz” por “Vou tentar” modifica a visão sobre as próprias habilidades. A exposição gradual a situações desafiadoras e o reconhecimento dos próprios pontos fortes reforçam a confiança.

Estabelecer limites e objetivos alcançáveis

Aprender a falar “não” quando necessário e propor metas possíveis preserva a saúde emocional e amplia a percepção de eficácia pessoal.

Indivíduos seguros celebram o sucesso alheio, mantêm abertura para novas ideias e aprendem com falhas; já os inseguros tendem à inveja, pessimismo e resistência a mudanças.

A confiança em si mesmo influencia resultados, relacionamentos e a capacidade de lidar com dificuldades.

Mesmo variando ao longo da vida, pode ser fortalecida com práticas intencionais. Se a insegurança for persistente, a orientação é buscar apoio profissional.