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Especialista revela que humanos ainda não chegaram ao limite de idade; veja como chegar lá

Saiba como o comportamento individual e o suporte social influenciam a sua expectativa de vida

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 2 de fevereiro de 2026 às 10:00

Quanto mais diversificados e sólidos forem os relacionamentos de uma população, maior será o bem-estar e a resistência contra fatores externos negativos
Quanto mais diversificados e sólidos forem os relacionamentos de uma população, maior será o bem-estar e a resistência contra fatores externos negativos Crédito: Freepik

Você já se perguntou por que algumas populações parecem envelhecer com muito mais saúde do que outras no mesmo continente?

Um novo levantamento realizado por instituições francesas de renome, como o INED e o CNRS, explora justamente esse fenômeno da longevidade moderna.

Média de vida em território japonês ultrapassa a expectativa de todo o planeta e as mulheres lá vivem, em média, 86 anos por KIMIMASA MAYAMA/AFP

O estudo aponta para a existência de uma Europa de duas velocidades, onde o progresso não atinge todos da mesma forma.

O sociólogo Serge Guérin dissecou os dados e trouxe uma visão clara sobre os fatores que determinam quantos anos viveremos nas próximas décadas.

Estatísticas que revelam uma nova realidade

Os dados colhidos mostram que a média de vida para as mulheres europeias é de 87 anos, enquanto os homens atingem 83.

Entretanto, o estudo alerta que a velocidade desse avanço está perdendo força de maneira notável em comparação com séculos anteriores.

Este cenário de desaceleração é um reflexo de como as mudanças no estilo de vida e no ambiente impactam o organismo humano.

Portanto, entender esses números é o primeiro passo para criar estratégias que possam retomar o ritmo de crescimento da saúde.

A biologia e a força dos laços sociais

Muitos acreditam que o ser humano já chegou ao seu teto de idade, mas a ciência traz uma perspectiva diferente e otimista.

David Lefort pontua: “Biologicamente, não: na Europa e em algumas outras partes do mundo, ainda não atingimos o chamado limite biológico. Portanto, ainda podemos esperar ganhar alguns meses, alguns anos, de expectativa de vida”.

Nesse sentido, a qualidade das relações sociais e a segurança emocional são tão importantes quanto a alimentação e os exercícios físicos. Quanto mais diversificados e sólidos forem os relacionamentos de uma população, maior será o bem-estar e a resistência contra fatores externos negativos.

O impacto do progresso financeiro das nações

O desenvolvimento de um país é um elemento sociológico crucial para entender a qualidade de vida e a duração da existência humana.

Em regiões desenvolvidas e estáveis, as pessoas naturalmente manifestam o desejo de viver vidas mais longas e cuidam mais da própria saúde.

Por outro lado, o declínio observado nos Estados Unidos serve como um aviso sobre o impacto de contextos sociais e econômicos precários.

Quando as oportunidades de emprego e a estabilidade financeira desaparecem, a expectativa de vida da população tende a cair de forma significativa.

Tags:

Saúde