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Agência Correio
Publicado em 15 de janeiro de 2026 às 17:00
Em julho de 1954, a imigração japonesa teria encontrado um passageiro que parecia ter saído de outra realidade. Ele desembarcou em Tóquio e afirmou vir de Taured, um país que não constava em nenhum mapa. >
O que poderia ser apenas uma confusão ganha peso por um detalhe: o homem apresentou documentos que pareciam autênticos e reagiu com irritação quando ninguém reconheceu sua “pátria”.>
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Depois, o caso dá um salto no improvável. Colocado em um hotel com guardas na porta, ele desaparece na manhã seguinte, levando consigo todos os papéis que sustentavam a história.>
No interrogatório inicial, o homem falava francês fluentemente e se comunicava em outras línguas. Ele dizia que Taured ficava na região onde hoje está Andorra, entre França e Espanha.>
Essa afirmação cria o primeiro choque: os mapas apresentados não mostravam o país. Mesmo assim, o passageiro insistia, como quem descreve um lugar óbvio e conhecido.>
Além do discurso firme, ele se mostrava confuso por ver sua realidade negada. A irritação dele vira um dos elementos mais repetidos na narrativa do caso.>
O passaporte exibido pelo viajante parecia autêntico e continha carimbos de viagens internacionais. O conjunto sugeria que ele teria cruzado fronteiras e retornado outras vezes.>
Para reforçar a estranheza, ele carregava notas de dinheiro de diversos países europeus. Em seguida, apresentou uma carteira de motorista emitida em Taured.>
Com esses itens, a situação saiu do terreno do “engano simples”. A burocracia parecia existir em torno de um país que, naquele momento, não ocupava lugar algum no mundo oficial.>
Autoridades decidiram colocá-lo em um hotel enquanto verificavam a veracidade dos documentos. Guardas ficaram na porta do quarto, com a missão clara: impedir que ele fugisse.>
Mesmo assim, na manhã seguinte, o homem havia sumido. Seus documentos pessoais também desapareceram, sem sobras, sem pistas e sem qualquer vestígio no local.>
O quarto não teria saídas alternativas nem janelas acessíveis para uma fuga segura. Ainda assim, ninguém explica como ele passou pelos guardas sem ser notado.>
O sumiço completo de tudo o que o identificava ampliou o mistério. A narrativa descreve um apagamento total, restando apenas o testemunho de quem o viu em Tóquio.>
Com a falta de resposta, hipóteses surgiram em todas as direções. Pesquisadores e entusiastas tentam encaixar o episódio em teorias sobre realidade, tempo e dimensões.>
Hoje, as explicações mais repetidas pelo público incluem desde falha na realidade até viagem entre universos paralelos onde Taured seria um país real.>
- falha na Matrix ou erro técnico na simulação da realidade atual>
- viagem no tempo a partir de um futuro com geografia europeia diferente>
- passagem acidental entre dimensões ou universos alternativos>
- viagem entre mundos paralelos onde taured realmente existe>
Mesmo com tantas possibilidades, nenhuma delas fecha a história de forma científica. O mistério permanece como enigma sem solução definitiva.>
O caso continua alimentando discussões porque reúne dois ingredientes difíceis de ignorar: documentos considerados autênticos e um desaparecimento em ambiente controlado.>
Até hoje, o debate gira em torno do mesmo ponto: se tudo foi invenção, como explicar o sumiço sob guarda e a ausência completa dos registros?>
Para muitos entusiastas, o homem apenas retornou ao lugar de origem, como se uma porta entre mundos tivesse se fechado. Para outros, a história virou lenda urbana poderosa.>
Seja como for, Taured virou símbolo de uma pergunta que não morre: e se a realidade tiver mais de uma versão rodando ao mesmo tempo?>