Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Homem é flagrado ao tentar entrar em presídio com tadalafila, creme de massagem e carta de amor na cueca

Pai de interno foi flagrado na revista do Conjunto Penal Masculino de Salvador

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 13 de janeiro de 2026 às 16:33

Itens foram flagrados por agentes durante a revista
Itens foram flagrados por agentes durante a revista Crédito: Reprodução

Um homem foi flagrado ao tentar entrar no Conjunto Penal Masculino de Salvador com medicamentos escondidos na cueca. Durante o procedimento de revista, nesta terça-feira (13), agentes identificaram que o homem escondia tadalafila (remédio indicado para disfunção erétil), analgésicos e antibióticos na cueca. 

O visitante é pai de um detento. Além dos medicamentos, ele escondia um creme para massagem e duas cartas endereçadas ao homem que está preso. Um trecho de uma das cartas diz: "Meu amor, parabéns". A outra parece ter sido escrita por um filho ou filha. 

Os itens foram flagrados pelo escâner corporal utilizado pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) durante as revistas. As informações foram divulgadas pela pasta estadual. 

Ao ser questionado, o visitante apresentou os itens, que foram apreendidos. A Seap informou que instaurou um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD), que poderá resultar na retirada do homem da lista de visitas.

"A Seap reforça que é proibida a entrada de qualquer medicamento nas unidades prisionais do Estado que não esteja devidamente registrado no prontuário do interno e autorizado pelas autoridades competentes", diz a pasta, em nota.