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Estadão
Publicado em 21 de janeiro de 2026 às 13:52
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou "amar" a Europa e defendeu que quer ver os europeus "se dando bem", mas que o continente não está no caminho certo, na avaliação dele. A declaração ocorreu em discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, nesta quarta-feira, 21. >
O comentário acontece diante de incertezas entre Washington e Bruxelas, após Trump ameaçar impor tarifas progressivas contra oito países europeus, diante das investidas americanas para a aquisição da Groenlândia, que pertence à Dinamarca. Segundo ele, certos lugares na Europa "já não são reconhecíveis".>
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No discurso, Trump, se vangloriou de feitos realizados em sua administração e afirmou que o objetivo da imposição de tarifas contra outros países era para que eles pagassem prejuízos causado aos EUA.>
"Com tarifas, reduzimos déficit comercial americano, que era um dos maiores do mundo, sem causar inflação", disse, ao mencionar que as tarifas ajudaram a reduzir o déficit mensal dos EUA em 77%. Segundo ele, nações europeias, Japão e Coreia do Sul são parceiros americanos.>
Dentre outras ações de seu segundo mandato, que completou um ano na terça-feira, 20, Trump exaltou a demissão de funcionários do governo e cortes em gastos federais, abertura de fábricas de aço e os avanços no setor de energia. De acordo com o republicano, a produção de gás natural liquefeito (GNL) "está nas máximas históricas", a produção de petróleo americano aumento 730 mil barris por dia, e o país "está com tudo" na energia nuclear. "Podemos ter energia nuclear a bons preços e de forma segura", disse. "Quando os EUA vão bem, os outros países acompanham", acrescentou.>