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Gerente da Katiara: traficante morto em explosão de granada era 'Coringa' de facção

Líder da KT tinha domínio territorial em Valéria e mandados de prisão em aberto

  • Foto do(a) author(a) Wendel de Novais
  • Wendel de Novais

Publicado em 28 de janeiro de 2026 às 09:31

Coringa morreu após granada presa ao corpo detonar Crédito: Reprodução

Apontado como uma das principais lideranças da facção Katiara (KT) em Salvador, o homem que morreu após a explosão de uma granada em tiroteio com policiais, na noite de terça-feira (27), em Valéria, exercia controle direto sobre a localidade conhecida como B13 e tinha influência até em cidades do interior da Bahia.

Identificado como Robson da Silva e Souza, de 29 anos, e conhecido pelo vulgo de ‘Coringa’, o suspeito era considerado, de acordo com informações de policiais, um dos membros mais perigosos da KT e tinha participação em diversos homicídios.

Coringa, inclusive, era conhecido pela imposição de domínio territorial rígido na região, com relatos de intimidação constante contra moradores e comerciantes. Nas redes sociais, ele costumava compartilhar fotos em posse de fuzis e armamentos de grosso calibre.

A localidade da B13, em Valéria, é uma área era tratada como ponto estratégico para o tráfico. O Correio já mostrou que o bairro de Valéria como um todo é foco de disputa pela proximidade com a BR-324 e a facilidade logística para escoamento de drogas e armas.

Coringa morreu após granada presa ao corpo detonar por Reprodução

Confronto terminou com explosão

Coringa morreu durante uma ação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que fazia patrulhamento em uma área de mata usada como rota de criminosos, em operação vinculada ao Comando de Policiamento Militar Especializado (CPME).

Durante a incursão, os policiais foram recebidos a tiros por um grupo de homens armados. Houve troca de disparos e, em meio à fuga dos suspeitos, os agentes ouviram uma explosão. Após o cessar-fogo, um homem foi encontrado caído, gravemente ferido.

Perto do corpo, foram apreendidos uma pistola calibre .40, modelo PT-100, e três carregadores. Conforme a Polícia Militar, a explosão foi provocada por uma granada presa ao cinto do próprio suspeito, que detonou durante o confronto.

Fuzil foi localizado na área

Pouco depois, houve um segundo tiroteio em um ponto próximo, mas não houve registro de feridos. Durante as buscas, os policiais localizaram um fuzil abandonado, que teria sido abandonado pelos suspeitos durante a fuga.

Robson chegou a ser socorrido e levado ao Hospital do Subúrbio, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para necropsia, e o policiamento foi reforçado na região de Valéria após a ocorrência.

Tags:

Valéria Morto Traficante Explosão de Granada