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Monique Lobo
Publicado em 9 de fevereiro de 2026 às 21:46
O Prêmio Berimbau de Ouro, uma das principais iniciativas de valorização da capoeira e da cultura afro-brasileira, realiza sua 13ª edição entre os dias 26 e 28 de fevereiro, em Salvador. A expectativa é de que o evento reúna cerca de 400 participantes, entre mestres, pesquisadores, artistas, autoridades e representantes da cultura popular. A programação está dividida entre o Museu Eugênio Teixeira Leal, no Pelourinho, e o Forte da Capoeira, no largo do Santo Antônio Além do Carmo. >
A programação acontece no Museu Eugênio Teixeira Leal, no Pelourinho, e no Forte da Capoeira, no Largo do Santo Antônio Além do Carmo. A abertura oficial, no dia 26, vai contar com as boas-vindas do mestre Máximo e mesa presidida pelo Prof. Dr. Mestre Tchê da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). >
Além disso, este ano, os homenageados do projeto são o secretário de Cultura de Santos, em São Paulo, Rafael Leal, pelo trabalho desenvolvido em prol da cultura preta e periférica no município paulista, e o mestre Sombra, referência da capoeira Angola e líder da Associação Senzala de Santos, reconhecida nacionalmente pela preservação e difusão da tradição capoeirista.>
Rafael Leal também vai participar da abertura, além do mestre Braga, que abordará a capoeira Angola na Suíça; de Cely de Pastinha; da deputada distrital Jaqueline Silva, que falará sobre apoio a projetos culturais; e do cineasta Toninho Muricy, com apresentação do filme ‘Pastinha: Uma Vida pela Capoeira’.>
Já no dia 27, a programação seguirá com a cerimónia de entrega das estatuetas; abertura com a bateria da Associação Brasileira de Capoeira Angola (ABCA), liderada pela mestra Lene; apresentação do Coral de Santo Amaro da Purificação; e roda de capoeira Angola. O encerramento será no dia 28, no Forte da Capoeira, com a exibição comentada do filme sobre Pastinha, como parte de uma mostra especial de cinema acerca da memória da capoeira.>