Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Criminoso usava perfis falsos de meninas para caçar crianças na rede

Pelo menos 12 crianças foram vítimas de esquema de exploração sexual via internet

  • Foto do(a) author(a) Nauan Sacramento
  • Nauan Sacramento

Publicado em 27 de março de 2026 às 19:30

Homem já tinha condenações em outros estados Crédito: Arquivo PF

Um homem foi preso nesta sexta-feira (27) pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Rapina, voltada ao combate da exploração sexual infanto-juvenil na internet. A ação resultou no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas cidades baianas de Ibipitanga e Barreiras, além da prisão do investigado. Ele já possuía condenações somadas em 14 anos de reclusão pelos tribunais do Amazonas e Tocantins, mas permanecia foragido.

Segundo a Polícia Federal (PF), o homem agia de forma estratégica: criava perfis falsos, muitas vezes fingindo ser uma menina da mesma idade das vítimas, para estabelecer um vínculo de confiança. Assim que conseguia imagens de cunho sexual, o tom mudava drasticamente.

O criminoso passava a exigir novos vídeos e fotos, ameaçando enviar o material já obtido para pais, amigos e perfis públicos. Em muitos casos, as ameaças foram cumpridas, causando danos às vítimas e ampliando a circulação do conteúdo criminoso na internet.

Até o momento, a PF identificou pelo menos 12 vítimas menores de idade, mas as autoridades acreditam que o número real seja maior devido à atuação de longo prazo do suspeito.

Também foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão periciados para identificar novas vítimas. O suspeito agora deve responder por estupro de vulnerável, aliciamento e produção de material de abuso sexual infantojuvenil.

Tags:

Bahia Crimes Sexuais Redes Sociais Abuso