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Wendel de Novais
Publicado em 22 de janeiro de 2026 às 08:21
A decisão do Banco Central (BC) de decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank, anunciada nesta quarta-feira (21), colocou fim às operações do banco digital e levantou uma série de questionamentos entre correntistas e investidores sobre o acesso aos recursos mantidos na instituição. >
A medida encerra um processo iniciado após a intervenção no Banco Master, grupo controlador do Will, e segue o rito legal previsto para a saída definitiva de uma empresa do Sistema Financeiro Nacional, com foco na organização dos pagamentos a credores.>
Desde o anúncio, clientes relatam falhas generalizadas nos serviços. Apesar de ainda conseguirem entrar no aplicativo e visualizar saldos e limites, operações como compras, pagamentos e transferências via PIX não estão sendo finalizadas.>
Famosos que já foram contratados pelo Will Bank
Com a liquidação em curso, todas as atividades do banco ficam suspensas. Na prática, contas, cartões e demais produtos deixam de funcionar, e os valores existentes passam a ser tratados dentro do processo administrativo conduzido pelo liquidante nomeado pelo BC.>
Esse responsável terá a função de levantar quanto cada cliente tem a receber e organizar os repasses possíveis, obedecendo à ordem de prioridade definida em lei para pagamento de credores.>
O Banco Central reforça que, nesses casos, os depósitos contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, considerando o total de aplicações e saldos elegíveis mantidos na instituição.>
Enquanto o processo não avança para a fase de ressarcimento, os recursos permanecem bloqueados, sem possibilidade de movimentação, até que sejam definidos os valores a serem pagos e os prazos para devolução do dinheiro aos clientes.>