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Pandora do PCC: mulher é presa por liderar tribunal do crime e ordenar mortes

Investigada decidia punições e comandava tráfico

  • Foto do(a) author(a) Wendel de Novais
  • Wendel de Novais

Publicado em 12 de março de 2026 às 11:16

Ariane de Pontes Rolim, a Pandora do PCC
Ariane de Pontes Rolim, a Pandora do PCC Crédito: Reprodução

Uma mulher apontada pela Polícia Civil como integrante de alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi presa na cidade de Itanhaém, no litoral de São Paulo. Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida pelos apelidos de Pandora ou Penélope, é investigada por atuar como uma das responsáveis pelas atividades da facção criminosa em municípios do litoral sul da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. As informações são do g1.

Segundo informações da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, a suspeita exercia a função de "disciplina" dentro da organização criminosa. Na estrutura do grupo, esse cargo está relacionado ao controle das atividades do tráfico de drogas e à aplicação de punições contra integrantes ou pessoas que descumpram as regras internas da facção.

De acordo com os investigadores, cabia a esse núcleo decidir as penalidades impostas aos envolvidos em infrações ao estatuto do grupo criminoso. Os castigos variam de acordo com os descumprimentos das ordens, desde advertência, agressão física e até a morte.

Ariane de Pontes Rolim, a Pandora do PCC por Reprodução

A prisão ocorreu na terça-feira (10), durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência da investigada, localizada no bairro Guapurá. Durante a operação, policiais civis localizaram Ariane no imóvel e efetuaram a detenção. Ela foi presa sob suspeita de envolvimento com organização criminosa e associação para o tráfico de drogas.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher apresentava um hematoma no olho direito no momento da abordagem. Aos policiais, Ariane afirmou que a marca teria sido resultado de uma discussão familiar com uma prima. A suspeita também declarou estar grávida de três meses, porém não apresentou exames ou qualquer documento que comprovasse a gestação no momento da prisão.

Imagens registradas após a detenção mostram diversas tatuagens nas pernas da investigada. Uma delas traz o símbolo yin-yang acompanhado da frase "enquanto não houver justiça para os pobres, não haverá paz para os ricos", tatuada na região da panturrilha. Na parte frontal da perna esquerda, Ariane possui ainda uma tatuagem com a imagem de um palhaço e a frase "chora depois". Já na perna direita, aparecem desenhos de borboletas e flores.