Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Síndico usou capuz e luvas para matar corretora em subsolo de prédio, aponta polícia

Investigação revela vídeo inédito gravado pela vítima antes do crime

  • Foto do(a) author(a) Nauan Sacramento
  • Nauan Sacramento

Publicado em 19 de fevereiro de 2026 às 18:46

Daiane Alves foi surpreendida por Cléber Rosa enquanto gravava vídeo Crédito: Redes Sociais

A Polícia Civil de Goiás divulgou, em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (19), detalhes cruciais sobre o assassinato da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos. As investigações revelaram que o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, agiu de forma premeditada, utilizando luvas e capuz para atacar a vítima no subsolo do prédio.

"Quando ela filma rapidamente o Cléber, ele já estava com luvas nas duas mãos e com a capota do carro aberta. [...] Quando ele ataca ela pelas costas, ele usa como se fosse um capuz para tentar tampar o rosto. Tudo isso desenha para a gente uma premeditação muito grande", disse o delegado João Paulo Mendes em coletiva.

Confira vídeo: 

A peça fundamental para o esclarecimento da dinâmica do crime foi um vídeo gravado pela própria vítima momentos antes de morrer. No dia do assassinato, Daiane registrava a queda de energia no subsolo para enviar a uma amiga. Embora o vídeo do ataque não tenha sido transmitido em tempo real, ele ficou armazenado na memória do aparelho.

O celular da corretora foi recuperado em uma operação de perícia realizada no dia 30 de janeiro, após o aparelho passar 41 dias submerso em uma caixa de esgoto do condomínio. O local exato do descarte foi indicado pelo próprio síndico, que já se encontrava detido e confessou a autoria do crime às autoridades.

Cléber Rosa de Oliveira admitiu o homicídio durante os interrogatórios. O caso, que chocou a região sul de Goiás pela frieza dos detalhes, agora avança para a fase de conclusão do inquérito com as novas evidências técnicas.

Em nota oficial enviada ao G1, a defesa de Cléber afirmou que ainda não obteve acesso integral aos novos documentos inseridos na investigação, com destaque para o relatório final da Polícia Civil. Os advogados informaram que só irão se manifestar sobre o teor das imagens e da acusação após uma análise detalhada de todo o conteúdo probatório.

Tags:

Assassinada Morte Corretora