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'Acusação inicial não procede', diz comandante da PM sobre denúncia de estupro no Carnaval

12 policiais já foram ouvidos após denúncia de crime no circuito Barra-Ondina

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 20 de fevereiro de 2026 às 15:00

Coronel Magalhães
Coronel Magalhães Crédito: Divulgação/GOVBA

As investigações sobre uma denúncia de estupro supostamente cometido por policiais militares no circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador, durante o Carnaval, seguem em andamento. Nesta sexta-feira (20), o comandante da Polícia Militar da Bahia, Coronel Magalhães, disse que a denúncia inicial, de que o crime teria sido cometido em um banheiro químico, não procede. 

"A denúncia de que teria havido um estupro, dentro de um posto policial, no banheiro químico, por três policiais. Quatro pessoas dentro do banheiro químico, já deixa certa dúvida dessa denúncia. Mas, como toda e qualquer denúncia, tomamos providência imediata, envolvendo a nossa corregedoria", disse o comandante da PM, em entrevista à rádio Sociedade. 

"Não podemos dar maiores dados hoje porque [a investigação] ainda está em segredo de justiça, por envolver as minorias e pessoa vulnerável. Mas posso dizer que aquela acusação inicial não procede e estamos trabalhando de cima disso para chegarmos efetivamente ao que aconteceu", acrescentou o coronel Magalhães. O crime teria ocorrido na quinta-feira (12), primeiro dia oficial do Carnaval.

O comandante ressaltou que as investigações continuam. "Mesmo assim, nós temos a certeza de que se por um acaso aconteceu algo por ali, vamos chegar efetivamente [aos culpados] porque nós estamos investigando de forma célere e não admitimos, em hipótese alguma, violência contra mulher", afirmou. 

Carnaval de 2026 por Sora Maia

Pelo menos 12 policiais militares foram ouvidos no curso das investigações, sendo que ao menos quatro deles estariam diretamente ligados ao fato. Todos negaram participação em crimes. 

Inicialmente, a Secretaria de Segurança Pública informou que, com base no depoimento da vítima prestado na delegacia de Vila de Abrantes, onde ela reside, o crime teria ocorrido dentro de um banheiro químico. A mulher é argentina e vive no Brasil há algum tempo. Os policiais militares envolvidos no episódio foram identificados por meio de imagens. Laudos periciais, inclusive os realizados na denunciante, são aguardados para dar prosseguimento ao inquérito.