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Estupro no Carnaval: 12 PMs depõem após denúncia de crime em posto policial no circuito Barra-Ondina

Quatro policiais estariam diretamente ligados ao caso ocorrido no circuito Dodô, no primeiro dia oficial da festa em Salvador

  • Foto do(a) author(a) Bruno Wendel
  • Bruno Wendel

Publicado em 18 de fevereiro de 2026 às 11:35

Barra-Ondina: veja fotos do primeiro dia de Carnaval
Barra-Ondina: veja fotos do primeiro dia de Carnaval Crédito: Arisson Marinho/CORREIO

Pelo menos 12 policiais militares foram ouvidos no caso do suposto estupro de uma mulher dentro de um posto da Polícia Militar no circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador, na noite de quinta-feira (12), primeiro dia oficial do Carnaval na capital baiana. Ao menos quatro deles estariam diretamente ligados ao fato.

“Todos os policiais envolvidos que estavam dentro do posto foram ouvidos sobre o suposto crime e negam a prática delituosa”, afirmou a diretora do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), delegada Juliana Fontes, em entrevista à TV Record Bahia.

Inicialmente, a Secretaria de Segurança Pública informou que, com base no depoimento da vítima prestado na delegacia de Vila de Abrantes, onde ela reside, o crime teria ocorrido dentro de um banheiro químico. A mulher é argentina e vive no Brasil há algum tempo.

Barra-Ondina: veja fotos do primeiro dia de Carnaval por Arisson Marinho/CORREIO

Os policiais militares envolvidos no episódio foram identificados por meio de imagens. “As câmeras externas nos possibilitaram afirmar quais patrulhas estavam exatamente naquele momento no suposto estupro”, explicou a delegada. Questionada sobre a existência de filmagens internas na unidade, ela respondeu: “Não existe câmera dentro do posto”.

O órgão responsável por fiscalizar e controlar a conduta dos militares na corporação foi acionado. “Em seguida, buscamos identificar, por meio de ofício à Corregedoria da Polícia Militar, quais patrulhas estavam de serviço naquele posto”, acrescentou.

Questionada se os acusados foram afastados das funções, a diretora do DPMCV disse que “apenas a Corregedoria pode informar”. A reportagem solicitou um posicionamento à Polícia Militar.

Fontes informou ainda que aguarda os laudos periciais, inclusive os realizados na vítima, para dar prosseguimento ao inquérito.