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Camarote na Barra é interditado na véspera do Carnaval de Salvador

Operação da Polícia Civil foi realizada nesta quarta-feira (11)

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 14:54

Camarote interditado na Barra
Camarote interditado na Barra Crédito: Perla Ribeiro/CORREIO

Um camarote localizado na Barra, em Salvador, foi interditado nesta quarta-feira (11) durante a terceira fase da operação Falsas Promessas. De acordo com a Polícia Civil, o espaço era utilizado para ocultação e dissimulação de recursos provenientes da exploração ilegal de rifas realizadas pela internet. Também foram bloqueados R$ 230 milhões e uma aeronave de mais de R$ 10 milhões foi apreendida. 

A reportagem apurou que o Camarote 305 foi interditado durante a operação. Adesivos da polícia indicando a interdição e uma faixa amarela foram instalados em frente ao local, no circuito Dodô, o mais movimentado da folia em Salvador.

Operação Falsas Promessas por Reprodução

O camarote pertence ao rifeiro Diogo 305. Nas redes sociais, ele se identifica como youtuber e criador de conteúdo. Os valores dos ingressos vendidos variam entre R$ 927 e R$ 1.108. O passaporte para todos os dias de festa no camarote custa R$ 4,8 mil. A reportagem não conseguiu contatar as defesas dos investigados. 

De acordo com o diretor do Draco, delegado Fábio Lordello, a operação reforça a atuação estratégica da Polícia Civil da Bahia no enfrentamento ao crime organizado e à lavagem de dinheiro, com foco na interrupção de atividades ilícitas.

“O grupo operava um esquema estruturado de lavagem de capitais por meio de empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e pessoas interpostas, movimentando valores incompatíveis com atividades lícitas declaradas. As conexões financeiras do esquema seguem sob aprofundamento investigativo”, afirmou.

A terceira edição da operação cumpre mandados de busca e apreensão contra 13 investigados nas cidades de Feira de Santana, Salvador e Camaçari, além de São Paulo e São Bernardo do Campo (SP).

O objetivo é recolher dispositivos eletrônicos, documentos e outros elementos de interesse probatório. Além do bloqueio de capitais dos investigados, foi apreendida uma aeronave particular apontada como produto dos crimes investigados e utilizada para facilitar a mobilidade e a ocultação patrimonial dos envolvidos.

A ação é realizada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) e do Serviço Aeropolicial (Saer).