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Descubra os 10 apps que acabam com a bateria do seu celular mesmo fechados

Uso constante de localização, internet e notificações explica por que alguns aplicativos consomem energia mesmo sem estarem abertos

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 10 de fevereiro de 2026 às 19:00

Descubra o método correto de carregamento para fazer a bateria durar muito mais tempo
Descubra o método correto de carregamento para fazer a bateria durar muito mais tempo Crédito: Freepik

Seu celular descarrega com muita velocidade, mesmo quando você nem está usando direito? A explicação pode estar em alguns aplicativos que 'sugam' a energia do seu aparelho mesmo com a tela apagada ou guardado no bolso. Isso acontece porque diversos aplicativos seguem funcionando em segundo plano e consumindo bateria de forma silenciosa.

Esse gasto não está ligado apenas ao tempo de uso, mas principalmente à maneira como esses apps acessam recursos como GPS, dados móveis, Wi-Fi, sincronização automática e envio constante de notificações. Redes sociais, serviços de mapas, transporte, streaming e compras estão entre os maiores responsáveis pela drenagem acelerada da carga.

1) Instagram: O aplicativo consome muita bateria por manter o feed em atualização constante, fazer pré carregamento de vídeos e enviar notificações frequentes. Mesmo fechado, continua ativo em segundo plano, usando internet, processamento e, em muitos casos, localização. por Reprodução

Como funciona isso?

Fechar um aplicativo não significa, necessariamente, que ele deixou de funcionar. Muitos continuam ativos para atualizar conteúdos, sincronizar dados, manter conexões com servidores e garantir respostas rápidas quando são reabertos. Essa atividade em segundo plano é comum em apps que precisam atualizar feeds, baixar informações ou manter sistemas de recomendação em funcionamento.

Outro fator importante é o uso frequente da localização. Aplicativos com permissão para acessar o GPS o tempo todo podem consultar a posição do usuário várias vezes ao dia, mesmo sem navegação ativa. Esse processo exige muita energia, especialmente quando combinado com o uso de rede móvel.

As notificações também têm impacto direto. Cada alerta recebido faz o sistema sair do modo de economia de energia, ativa processos internos e, muitas vezes, acende a tela. Quando esse comportamento se repete ao longo do dia, o consumo se torna significativo. Somado a isso, o uso contínuo de internet, seja por Wi-Fi ou dados móveis, completa o cenário que explica por que a bateria acaba tão rápido.

Os apps que mais drenam bateria

Entre os principais responsáveis pelo consumo elevado estão as redes sociais. Aplicativos como Instagram e Facebook mantêm o feed em constante atualização, fazem pré carregamento de vídeos, enviam notificações frequentes e, em muitos casos, acessam a localização. Mesmo sem interação direta, esses processos continuam rodando.

O TikTok também aparece entre os maiores consumidores. O foco em vídeos contínuos exige alto processamento, além de atividades em segundo plano ligadas a cache e ao sistema de recomendações, o que pode impactar tanto a bateria quanto o aquecimento do aparelho.

Aplicativos de navegação, como o Google Maps, são conhecidos pelo alto gasto de energia devido ao uso intenso do GPS. Quando a permissão de localização está configurada para funcionar o tempo todo, o consumo aumenta ainda mais, mesmo sem rotas ativas.

Apps de transporte, como Uber e 99, também monitoram a localização com frequência para verificar corridas, promoções e disponibilidade, o que mantém o sistema ativo constantemente. Por isso, o ideal é permitir o acesso à localização apenas durante o uso.

Mensageiros como o WhatsApp também pesam no consumo. Sincronização contínua, criptografia, backups automáticos e grande volume de notificações fazem com que o sistema tenha menos tempo em repouso.

O Gmail, por sua vez, utiliza envio de mensagens em tempo real, o chamado push. Quando várias contas estão conectadas, a sincronização se intensifica e o impacto na bateria se torna mais perceptível.

Plataformas de vídeo e música, como YouTube e Spotify, consomem energia tanto durante o uso quanto em segundo plano. Atualizações frequentes, pré carregamento de conteúdo, downloads e armazenamento de cache contribuem para manter processos ativos.

Já aplicativos de compras e delivery, como Shopee, AliExpress, iFood e Amazon, abusam de notificações e atualizações constantes de ofertas e pedidos. Esse comportamento mantém o celular conectado e ativo ao longo do dia, reduzindo a autonomia da bateria.

O que fazer para economizar bateria

Apesar de muitos desses aplicativos serem essenciais no dia a dia, alguns ajustes simples ajudam a reduzir o consumo. Revisar as permissões de localização e definir o acesso apenas durante o uso já faz grande diferença. Controlar a sincronização automática também é fundamental, nem todo app precisa atualizar dados o tempo todo.

Desativar notificações desnecessárias, especialmente de redes sociais e aplicativos de compras, ajuda a evitar que o sistema seja ativado repetidamente. Outra dica importante é acompanhar o consumo de bateria nas configurações do celular, tanto no Android quanto no iOS, para identificar quais apps mais gastam energia.

Manter o sistema operacional atualizado e utilizar os modos de economia de bateria disponíveis no aparelho também contribui para um gerenciamento mais eficiente dos recursos, equilibrando desempenho e autonomia ao longo do dia.