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Ana Beatriz Sousa
Publicado em 5 de junho de 2026 às 09:36
A ex-BBB Viih Tube, de 25 anos, decidiu falar abertamente sobre um problema de saúde que atinge milhares de pessoas, mas que quase ninguém tem coragem de comentar, a herpes de repetição. >
Mãe de Lua, de 3 anos, e de Ravi, de 1 ano, frutos do seu casamento com Eliezer, Viih revelou que convive com as crises há muito tempo. "É uma coisa muito genética, né? Minha mãe também tem herpes de repetição. É muito ruim, é péssimo. Poucas pessoas falam sobre isso, poucas pessoas falam sobre doenças chatas ou ruins como a herpes", contou em entrevista à Quem.>
Apartamento luxuoso de Viih Tube
Além de falar sobre as feridas na pele, Viih Tube associou o aumento dos episódios de herpes ao período em que usou o DIU (Dispositivo Intrauterino), método contraceptivo do qual ela se desfez recentemente por sentir que o seu organismo estava sofrendo rejeição.>
"Acho que o DIU me deixava com a imunidade mais baixa porque o meu corpo não se adaptou a ele. Então, era mais sobre a imunidade do que o DIU em si, sabe?", explicou, desmistificando o fato de que o contraceptivo cause a doença diretamente, mas sim que o estresse físico abre as portas para o vírus agir.>
Mesmo ciente de que a herpes ainda é cercada por um enorme tabu e preconceito, Viih garantiu que não dá a mínima para os julgamentos alheios e que seu papel como comunicadora é alertar o público. "Não tive medo de falar publicamente. Se eu falo é porque acho importante as pessoas saberem. Se não gostou, vou fazer o quê? É a verdade, né?", finalizou.>
A medicina explica que a herpes de repetição acontece porque o vírus Herpes Simplex (HSV) permanece adormecido no organismo após o primeiro contato. Sem cura definitiva, ele aproveita momentos de fragilidade, como estresse emocional, noites maldormidas e queda na imunidade, para "despertar", causando bolhas e feridas dolorosas. >
A condição é considerada crônica quando o paciente enfrenta de 4 a 6 surtos (ou mais) no período de um ano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o controle é feito com antivirais que diminuem o tempo das lesões. Por ser um problema recorrente e ligado à imunidade, a recomendação médica ao notar os primeiros sintomas é procurar um especialista, como um dermatologista ou infectologista, para receber o diagnóstico correto e o tratamento adequado.>