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Estudo descobre que quem come carne tem mais chance de viver até os 100, mas pede um único cuidado

Novo levantamento indica que proteínas de origem animal auxiliam idosos a manterem a massa muscular e a saúde óssea

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 31 de janeiro de 2026 às 07:00

Saiba como o consumo moderado de carnes e derivados pode prevenir a desnutrição em pessoas que buscam os 100 anos
Saiba como o consumo moderado de carnes e derivados pode prevenir a desnutrição em pessoas que buscam os 100 anos Crédito: Freepik

O processo de envelhecimento transforma as necessidades nutricionais do nosso organismo profundamente. O que funciona na juventude pode não ser o ideal para quem já passou dos 80 anos.

Recentemente, uma análise publicada na Science Direct trouxe novos olhares sobre o consumo de carne. O estudo focou especificamente na possibilidade de os idosos atingirem o centenário.

Média de vida em território japonês ultrapassa a expectativa de todo o planeta e as mulheres lá vivem, em média, 86 anos por KIMIMASA MAYAMA/AFP

A origem das novas evidências

Os cientistas acompanharam a trajetória de cinco mil chineses em uma pesquisa de longa duração. O projeto começou no final da década de 1990 com o objetivo de estudar a saúde.

Os resultados mostraram que o grupo que não consumia carne tinha menos centenários. No entanto, especialistas recomendam que os dados sejam analisados com cautela e equilíbrio.

Equilíbrio entre fibras e gorduras

Sabemos que dietas vegetarianas são excelentes para reduzir o risco de diabetes e obesidade. Elas oferecem benefícios claros para o sistema cardiovascular devido às fibras.

Por outro lado, o organismo na terceira idade exige uma abordagem diferente e específica. O foco passa a ser o combate à perda natural de funções físicas.

Desafios físicos da longevidade avançada

Com o tempo, o apetite costuma cair e os ossos perdem densidade de forma gradual. Essa condição aumenta a vulnerabilidade do corpo a problemas de saúde simples.

A perda de músculos, chamada sarcopenia, é uma grande vilã da independência do idoso. Sem proteína suficiente, a recuperação de doenças se torna muito mais difícil.

A importância de manter o peso ideal

A pesquisa destacou que o peso corporal influenciava diretamente os resultados de longevidade. Idosos muito magros que não comiam carne enfrentavam mais dificuldades físicas.

Já os participantes com peso estabilizado não apresentaram essa mesma relação de risco. É fundamental entender que o estudo observou comportamentos de um grupo específico.

Nutrientes essenciais além da carne vermelha

O consumo de peixes e laticínios mostrou-se muito benéfico para os idosos pesquisados. Tais alimentos são fontes ricas de vitamina D e proteínas de alta qualidade.

Dessa forma, esses nutrientes ajudam a manter a estrutura dos ossos e músculos. Eles atuam como um escudo contra a fragilidade comum em idades avançadas.

Planejamento nutricional para o futuro

A lição mais importante deste estudo é a necessidade de adaptação constante da alimentação. Idosos precisam garantir níveis adequados de cálcio e vitamina B12 diariamente.

Portanto, dietas baseadas em plantas podem exigir suplementação para serem seguras nesta fase. Ajustar o cardápio é parte vital de um plano de vida longa.