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Pegou 'Vampirose'? Veja os sintomas da gripe do Carnaval e como espantar ela mais rápido

Aglomerações, noites mal dormidas e consumo de álcool favorecem a circulação do vírus Influenza; vacinação e cuidados simples reduzem riscos

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 22 de fevereiro de 2026 às 06:50

Carnaval de 2026
Carnaval de 2026 Crédito: Sora Maia

É de lei. Acabou o Carnaval, começa o festival de virose. Esse ano não há um consenso com o nome da doença momesca da vez (Panamera? O Baiano Tá de Molho?). Por aqui, vamos chamar de Vampirose, mas isso pouco importa. O fato é que o período pós-Carnaval costuma registrar aumento nos casos de gripe em todo o país. Blocos cheios, festas em ambientes fechados, transporte público lotado e contato físico frequente criam condições ideais para a transmissão do vírus Influenza.

Carnaval de 2026 por Sora Maia

A infecção ocorre principalmente por gotículas liberadas ao falar, tossir, espirrar ou cantar. Também pode acontecer ao tocar superfícies contaminadas e levar as mãos aos olhos, nariz ou boca. Após dias intensos de festa, o próprio desgaste físico contribui para a vulnerabilidade.

Privação de sono, alimentação irregular, consumo excessivo de álcool, desidratação e exposição prolongada ao sol ou à chuva reduzem a eficiência do sistema imunológico. De acordo com orientações do Ministério da Saúde, esse cenário facilita a instalação de vírus respiratórios.

Sintomas aparecem rapidamente

A gripe costuma começar de forma súbita. Febre, dor no corpo, dor de cabeça, dor de garganta, tosse, coriza e cansaço intenso estão entre os principais sinais. Em geral, o quadro dura de cinco a sete dias, com maior intensidade nos primeiros três.

A diferença para o resfriado está na intensidade. A gripe tende a provocar febre alta e dores mais fortes, enquanto o resfriado costuma ser mais leve e concentrado no nariz e na garganta.

Confira imagens da terça-feira (17) no circuito Campo Grande por Arisson Marinho/CORREIO

Como aliviar a gripe mais rápido

Não existe cura imediata, mas algumas medidas ajudam o organismo a reagir melhor e podem reduzir o tempo de mal-estar, segundo recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde.

Descanso é essencial. Dormir bem permite que o sistema imunológico concentre energia no combate ao vírus.

Hidratação constante ajuda a prevenir desidratação e a fluidificar secreções, melhorando o conforto respiratório. Água, chás e caldos são boas opções.

Alimentação leve e equilibrada auxilia na recuperação. Não há alimento capaz de eliminar o vírus, mas manter uma dieta adequada favorece o funcionamento do organismo.

Analgésicos e antitérmicos podem ser utilizados para aliviar dor e febre, desde que respeitadas as doses recomendadas. Tudo sempre com prescrição médica.

3 de abril – Paixão de Cristo por Reprodução/Instagram

O que não acelera a cura

Antibióticos não tratam gripe, pois a doença é causada por vírus. Só devem ser usados se houver complicação bacteriana confirmada por avaliação médica.

Chás, suplementos e vitaminas podem aliviar sintomas, mas não eliminam o vírus nem garantem recuperação mais rápida.

Quando procurar atendimento

Apesar de a maioria dos casos ser leve, alguns sinais exigem avaliação médica, como febre que não melhora, falta de ar, dor no peito, sonolência excessiva ou piora do estado geral.

Idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas precisam de atenção redobrada, pois apresentam maior risco de complicações, como pneumonia.

Bloco de Carnaval flopa e vídeo viraliza nas redes sociais por Reprodução

Prevenção é fundamental

A vacinação anual contra a gripe é a principal forma de reduzir o risco de casos graves e hospitalizações. Medidas simples, como lavar as mãos com frequência, evitar tocar o rosto e manter ambientes ventilados, também ajudam a diminuir a transmissão.

Se houver sintomas, a orientação é evitar aglomerações, usar máscara em ambientes fechados e cobrir a boca ao tossir ou espirrar.

Após o Carnaval, o cuidado com o corpo deve ser prioridade. Com descanso, hidratação, vacinação e atenção aos sinais de alerta, é possível atravessar o período com mais segurança.