Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Saiba quem era Miguel Abdalla, médico, tio de Suzane von Richthofen, processado por ela e encontrado morto misteriosamente

Miguel Abdalla Neto tinha apenas Suzane e Andreas, irmão de Suzane, como parentes

  • Foto do(a) author(a) Felipe Sena
  • Felipe Sena

Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 21:11

Suzane compareceu na delegacia para fazer reconhecimento do corpo do tio
Suzane compareceu na delegacia para fazer reconhecimento do corpo do tio Crédito: Reprodução

Na última sexta-feira (9), Miguel Abdalla Neto, tio materno e ex-tutor de Andreas von Richthofen, o irmão de Suzane, foi encontrado nesta sexta-feira (9) morto na capital paulista. No entanto, de acordo com o jornal Metrópoles, parceiro do jornal CORREIO, a polícia militar considera a morte suspeita, principalmente pelo ex-administrador dos bens dos pais de Suzane não ter dado sinal durante dois dias, e o corpo ter sido encontrado sem nenhum tipo de sinal de violência. O corpo do homem, de 76 anos, foi encontrado na rua Baronesa de Bela Vista, em Vila Congonhas, na zona sul da capital paulista.

Além de tutor de Andreas, o médico era inventariante dos bens de Marísia e Manfred Richthofen, assassinados em 2002 pelos irmãos Cravinhos, a mando da própria filha. Em julho de 2005, após completar 18 anos, Andreas assumiu o lugar de Abdalla como inventariante, depois de Suzane solicitar o afastamento dele. No processo, ela alegou que o tio estava sonegando bens do espólio.

Veja como está Suzane von Richthofen hoje por Reprodução

Em 2006, Abdalla acionou a Justiça afirmando que Suzane foi vista “rondando” a casa onde ele vivia com a mãe e Andreas. A informação levou a um pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).

De acordo com o colunista Ulisses Campbell, de O Globo, mesmo autor do livro que deu origem a série “Tremembé”, que virou um fenômeno da Prime Video, afirmou que policiais da unidade que investiga o caso disseram ter ficado surpresos com a aparição de Suzane na unidade policial.

Foi nessa mesma delegacia que, em 2002, foi registrado o boletim de ocorrencia do assassinato de Manfred e Marísia. Suzane depôs pelo menos duas vezes na 27ª DP acompanhada justamente do tio.

De acordo com o jornalista, de acordo com os investigadores, Suzane afirmou ser a única parente consanguínea próxima ao médico, por ser sobrinha de primeiro grau. Com esse argumento, tentou formalizar a liberação do corpo para sepultamento, numa tentativa de se tornar inventariante dos bens deixados por Miguel. Ele tinha uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista. Estima-se que o patrimônio some cerca de R$ 5 milhões. O pedido de Suzane, que cumpre pena de 39 anos, não foi atendido.

Um dia antes, Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, tentou liberar o corpo para sepultamento, mas a polícia solicitou uma prova formal de parentesco. Sílvia conseguiu apenas fazer o reconhecimento do cadáver no Instituto Médico Legal (IML).

Na mesma madrugada da morte de Miguel, o portão da casa onde ele foi encontrado amanheceu pichado com a frase “Será que foi Suzane?”. Suzana voltou aos holofotes após a série da Prime Video, que virou assunto nas redes sociais, e revelou detalhes dos bastidores do ‘Presídio dos Famosos’, com assassinos que protagonizaram crimes que chocaram o Brasil.

Tags:

Suzane von Richthofen