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Vai viajar? Conheça os países onde levar um vibrador na mala pode dar prisão

Alguns países tem leis rígidas de 'obscenidade' e podem transformar seu acessório em um problema com a polícia

  • Foto do(a) author(a) Ana Beatriz Sousa
  • Ana Beatriz Sousa

Publicado em 17 de março de 2026 às 14:30

Sex toys
Sex toys Crédito: Divulgação

Planejar uma viagem internacional envolve hotel, roteiro e, claro, a mala. No Brasil, o autocuidado e o prazer são temas cada vez mais livres, mas cruzar a fronteira com um vibrador na bagagem pode não ser a melhor ideia dependendo do carimbo no seu passaporte.

Em alguns destinos, o que chamamos de bem-estar é visto pelas autoridades como 'material obsceno' ou 'atentado à moral'. Para evitar que seu momento de relaxamento vire um processo judicial, confira a lista de países onde é melhor deixar os acessórios em casa.

Vibradores são os mais vendidos por Marina Silva/CORREIO

  • Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos

Na Arábia Saudita, a proibição é total: posse, uso e até a tentativa de entrar com o item são crimes baseados nas leis locais de moralidade. Já em Dubai ou Abu Dhabi (Emirados Árabes), nem o truque de dizer que é um 'massageador facial' costuma funcionar. Se o fiscal não for com a cara do objeto, ele será confiscado, e você pode encarar multas pesadas ou até seis meses de detenção.

  • Maldivas

O destino favorito dos recém-casados tem uma regra paradoxal: apesar do clima de romance, o serviço alfandegário proíbe terminantemente a entrada de qualquer item erótico. Se for encontrado, o brinquedo fica retido, e sua entrada no paraíso pode começar com um interrogatório bem desconfortável.

Sexo por Divulgação

  • Tailândia e Malásia

Na Tailândia, levar um vibrador pode render uma apreensão e, em casos extremos, penas que chegam a três anos de prisão. Na Malásia, o cenário é parecido, o Código Penal trata esses itens como infrações à moral pública, com risco real de multas e detenção.

  • Vietnã e Indonésia

Aqui, a situação é um pouco 'menos pior', mas ainda chata. No Vietnã, a alfândega costuma confiscar o objeto na entrada, mas há relatos de que eles devolvem o item quando você está saindo do país. Na Indonésia, o confisco é a regra, mas dificilmente você terá problemas criminais além de perder o investimento no acessório.

  • Índia

Na Índia, não existe uma lei específica com o nome 'sex toy', mas existe a lei contra a obscenidade. Na prática, fica a critério do humor do oficial da imigração. Se o brinquedo tiver um formato muito explícito, as chances de você ter que se explicar e pagar uma multa são altíssimas.

Se o destino for algum desses, o melhor é apostar na criatividade e deixar os acessórios em casa.  

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Viagem Polícia Prisão Sexo Países sex Toys Leis Vida Sexual