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Brasil e outros cinco países condenam ações militares na Venezuela e defendem solução pacífica

Em posicionamento conjunto, governos da América Latina e da Europa manifestam preocupação com a escalada de tensões

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 4 de janeiro de 2026 às 18:17

Avião com Nicolás Maduro chega aos EUA após venezuelano ser capturado
Avião com Nicolás Maduro chega aos EUA após venezuelano ser capturado Crédito: Reprodução

Os governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram, neste domingo (4), uma nota conjunta em que expressam “profunda preocupação e rechaço” às ações militares realizadas pelos Estados Unidos na Venezuela. O posicionamento reafirma o compromisso das nações signatárias com os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.

Segundo a nota, iniciativas com a dos EUA - que invadiram a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa  - representam um precedente “extremamente perigoso” para a paz e a segurança regionais, além de comprometer a ordem internacional baseada em normas e colocar em risco a população civil.

Os governos também reiteram que a situação na Venezuela deve ser resolvida exclusivamente por meios pacíficos. O texto defende o diálogo, a negociação e o respeito à vontade do povo venezuelano, em todas as suas expressões, sem ingerências externas e em conformidade com o direito internacional.

Para os signatários, apenas um processo político inclusivo, conduzido pelas próprias venezuelanas e venezuelanos, pode levar a uma solução democrática, sustentável e que respeite a dignidade humana.

Os países também manifestam preocupação com qualquer tentativa de controle governamental, administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos. Segundo a nota, a iniciativa é incompatível com o direito internacional e representa uma ameaça à estabilidade política, econômica e social da região.

Uma ação militar realizada pelos Estados Unidos, no último sábado (3), capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Em seguida, o presidente Trump afirmou que os EUA irão controlar o país e a produção de petróleo até que haja uma transição considerada adequada.