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Agência Correio
Publicado em 22 de janeiro de 2026 às 07:00
Muitas pessoas sonham em fugir da correria urbana, mas Yang transformou esse desejo em realidade há 50 anos.>
Ele habita uma residência construída no interior de uma caverna em um penhasco na China. Essa tradição familiar já dura mais de 100 anos no Vale de Lichuan, passando de pais para filhos. >
A vida de Yang se tornou conhecida após uma documentarista registrar sua moradia única nas montanhas. >
A casa na rocha impressiona pela segurança e pela estrutura sólida desenvolvida ao longo do tempo. >
Yang e seus antepassados ampliaram o espaço usando vegetação e terra extraídas do próprio ambiente. Essa técnica de construção garante que a moradia seja integrada perfeitamente à encosta do penhasco.>
Um benefício notável desse tipo de habitação é o controle natural da temperatura interna.>
O isolamento das pedras mantém o clima agradável durante todas as estações do ano. Assim, o morador fica protegido do calor sufocante e do frio congelante sem esforço adicional.>
A sobrevivência de Yang depende de um sistema inteligente de autossuficiência no Vale de Lichuan. >
Ele obtém água fresca diretamente de nascentes naturais localizadas dentro da sua própria caverna. Além disso, a iluminação da casa é garantida por energia elétrica vinda de um poste próximo.>
O morador também dedica seu tempo ao cultivo especializado de plantas medicinais.>
Ele comercializa essa produção em comunidades vizinhas para gerar sua fonte de subsistência. Portanto, Yang consegue equilibrar o isolamento total com uma economia funcional e sustentável.>
Antigamente, a casa era cheia, pois Yang dividia o teto com seus pais e vários irmãos. >
Contudo, após a morte dos pais, os outros membros da família buscaram novas vidas fora dali. Apesar de estar sozinho agora, ele não enxerga a solidão como um problema negativo.>
Para o morador, essa rotina silenciosa faz parte de uma escolha de vida consciente. Ele valoriza a conexão direta com o meio ambiente e a simplicidade do cotidiano. Por fim, Yang prova que é possível viver com pouco e encontrar plena satisfação no isolamento.>