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Mãe de Virginia fica revoltada após matéria afirmar que influenciadora visitaria terreiro: ‘Não suporto’

Margareth Serão desmentiu informação nas redes sociais

  • Foto do(a) author(a) Felipe Sena
  • Felipe Sena

Publicado em 20 de fevereiro de 2026 às 17:12

Margareth Serrão e Virginia
Margareth Serrão e Virginia Crédito: Reprodução | Instagram

As polêmicas em volta de Virginia não param. Após uma estreia caótica como rainha de bateria da escola de samba Grande Rio, no Rio de Janeiro, com direiro a tapa sexo descolando, costeiro pesado e perda de ponto da bateria da agremiação, desta vez uma matéria apontou a relação da influenciadora com religião de matriz africana. A afirmação da internauta foi considerada plausível, já que as escolas de samba surgiram de cultos a deuses e religiões de matriz africana.

No entanto, de acordo com Margareth Serrão a notícia não passa de fake news e não procede. “Mentira absurda, Virginia nunca manifestou interesse em consultar nada disso que estão falando. O interesse dela é somente em Deus, Jesus, Nossa Senhora Maria e foram a Eles a nossa oração. Somente neles ela tem sua fé blindada. Não julgo ninguém, cada um tem sua religião e eu respeito a todas, mas o que não suporto são mentiras inventadas, sujas que fazem querer ser verdade. Não suporto mais tantas mentiras sobre ela, chega ser vergonhoso para estas pessoas”, escreveu Margareth nas redes sociais. A matéria em questão citava que Virginia demonstrou interesse em se consultar com um pai de santo e visitar um terreiro.

Virginia Fonseca desfila pela Grande Rio com fantasia completa por Leo Franco/AgNews

Perrengues, vaias e confusão na estreia de Virginia

A estreia de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio, na Marquês da Sapucaí, foi tudo, menos simples. Um dos momentos mais aguardados do Carnaval 2026, o primeiro desfile da influenciadora uniu impacto visual, tecnologia, emoção e uma sequência de perrengues.

Para encarar a função inédita, Virginia apostou em uma fantasia tecnológica de 15 kg, com mecanismo de luzes que piscavam em verde e vermelho, cores da escola, além de um costeiro exuberante e um adereço de cabeça pesado. No entanto, o adereço ficou muito pesado para desfilar foi abandonado durante o percusso.

Além disso, o nome de Virginia foi recebido com vaias por parte do público no Setor 1 no momento em que um integrante da Liesa leu a ficha técnica da escola no sambódromo. A reação aconteceu quando a influenciadora foi anunciada como rainha de bateria, gerando um clima de desconforto antes mesmo do desfile começar.

Ainda a chegada de Virginia ao Setor 1 foi marcada por empurra-empurra, curiosos e desfilantes se aglomerando no caminho até a concentração. Ela acabou desfilando escoltada por seguranças, que vestiam camisas da escola com os dizeres “Diretor de Concentração” e “Diretoria”. A influenciadora deixou o camarote pouco depois da meia-noite e seguiu cercada até o ponto de entrada na Avenida.

O maior perrengue da estreia aconteceu já durante o desfile. Além do costeiro de 12 kg, que Virginia pediu para retirar por conta das dores, o tapa-sexo começou a descolar no meio da Avenida, atrapalhando sua evolução e exigindo mais cuidado no samba. A rainha terminou o desfile sem a parte traseira da fantasia.

Após o desfile, já no camarim, Virginia falou abertamente sobre o desgaste físico da estreia. A influenciadora revelou que sentiu dores intensas ao longo da apresentação e que quase chorou no meio do percurso.

Como se não bastassem os desafios na Avenida, Virginia ainda presenciou um momento de tensão na dispersão do desfile. Um vídeo registrado pela equipe da Quem mostra a influenciadora assustada ao observar uma briga generalizada entre integrantes da escola, com troca de agressões físicas logo após o fim da apresentação.

A estreia de Virginia aconteceu à frente da bateria da Grande Rio no enredo A Nação do Mangue, que homenageou o movimento Manguebeat surgido no Recife nos anos 1990. Ela assumiu o posto que foi ocupado por Paolla Oliveira durante sete carnavais consecutivos, em uma madrugada que deixou claro que, além de brilho, a Sapucaí também cobra resistência.

Tags:

Carnaval Virginia Carnaval 2026 Margareth Serrão