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Um mar de cores e tambores: Olodum leva a percussão baiana ao Festival Virada Salvador

Programação desta terça-feira (30) ainda conta com shows de Alok, Bell, Belo e Felipe Amorim

  • Foto do(a) author(a) Maria Raquel Brito
  • Maria Raquel Brito

Publicado em 30 de dezembro de 2025 às 20:54

Show do Olodum no Festival Virada Salvador
Show do Olodum no Festival Virada Salvador Crédito: Sora Maia/CORREIO

A plateia apaixonada aguardava ansiosamente. O verde, vermelho, amarelo e preto do Olodum se destacavam em peças de roupa e acessórios de quem foi ao Festival Virada Salvador para ver a maior banda percussiva do mundo. A espera acabou às 19:30, quando o Olodum subiu ao palco em todo seu esplendor, nesta terça-feira (30).

Acompanhada pelo coro dos fãs, a voz de Lucas Andrade deu o tom do show, que começou com “Alegria Geral”. Depois, a banda continuou emendando sucesso atrás de sucesso. No repertório da noite estavam músicas como a clássica “Nossa Gente (Avisa Lá)” e a recente “Ginga Olodum”, parceria com a banda BaianaSystem lançada na última sexta-feira (26), além de versões de sucessos baianos como “Baianidade Nagô” e “E Lá Vou Eu”, ambas da Bamdamel.

Show do Olodum no Festival Virada Salvador por Sora Maia/CORREIO

As cores se destacavam na tiara de Vitória Canuto, de 20 anos, que também chegou cedo para ficar o mais perto possível do palco. A paixão pela banda é de família: ela aprendeu na adolescência com a tia Edilene e nunca mais largou. Era ao lado da tia e das primas que ela aguardava ansiosamente o show desta terça-feira.

Em meio ao público que curtia o show estava Sidnei Matos, de 60 anos. Apaixonado pelo Olodum e músico do grupo, ele aproveitou a oportunidade para tirar um dinheiro a mais. Fez isso através de miniaturas de tambores que ele mesmo produziu e levou para vender, cada um a R$10.

“O Olodum é minha vida, desde menino que toco lá e hoje o meu filho também toca. Hoje, que estou de folga, vim vender meus tambores”, disse, totalmente a caráter, trajando o símbolo da banda dos pés à cabeça.

Se Sidnei acompanha desde menino, uma nova geração vem com tudo para a nação de fãs do Olodum. No que depender de Reginaldo de Oliveira, pelo menos, isso já está virando realidade. Ele levou a filha Luna, de cinco anos, para assistir à banda ao vivo pela primeira vez. E o melhor: a pedido dela. "Ela falou: 'meu pai, quero ver Olodum, quero ver Olodum' e eu trouxe. Estou ansioso para eles começarem a cantar logo, já estou até ensinando uns passos a ela", contou.

Entre os curtidores, não faltava quem mostrasse que, sim, casal que curte junto continua junto. O maior exemplo talvez seja Alexandra Oliveira e Cleomário Conceição, ambos de 51 anos. Unidos pelo amor que sentem pelo Chiclete com Banana, pelo Olodum e um pelo outro, os dois fizeram questão de ir combinando para o Festival Virada Salvador — das camisas do Chiclete às tatuagens com o símbolo do Olodum. “Ela fez e depois eu fiz a minha. Vi a dela e gostei, decidi fazer igual. Agora combinamos”, contou Cleomário.

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Olodum Virada Salvador 2026 Festival Virada Salvador