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Giuliana Mancini
Publicado em 19 de janeiro de 2026 às 09:56
A equipe de Jordana se manifestou em relação ao caso de assédio sofrido pela participante dentro da casa do BBB 26. Enquanto se arrumava para o programa ao vivo, a advogada foi surpreendida na despensa por Pedro, que tentou beijá-la sem seu consentimento. Logo depois, o vendedor ambulante apertou o botão de desistência do reality show. >
Ao relatar para os demais brothers o que havia acontecido, Jordana se mostrou abalada e chateada. Durante a edição ao vivo, o apresentador Tadeu Schmidt garantiu que, caso Pedro não tivesse apertado o botão, ela seria expulso pela produção do programa.>
Pedro desistiu do 'BBB 26' após assediar Jordana
Em nota publicada nas redes sociais, os administradores da conta de Jordana afirmaram que o caso foi "grave e inaceitável", e disseram que a desistência de Pedro não afasta a gravidade do ato.>
"A equipe da Jordana vem a público manifestar seu mais absoluto repúdio à conduta do participante Pedro no BBB26, que tentou beijá-la sem consentimento, segurando-a pelo pescoço, encostando-a na parede e avançando fisicamente de forma indevida. Trata-se de uma situação grave, inaceitável e que jamais poderá ser tratada como normal ou minimizada sob qualquer pretexto. Falta de consentimento não se interpreta. Respeito é inegociável", inicia a nota.>
"Jordana reagiu, recuou, questionou o ocorrido e demonstrou - desde o primeiro momento – lucidez e coragem diante de uma situação que causa abalo emocional e constrangimento profundo. A desistência do participante do BBB 26 não afasta a gravidade do ato nem apaga a necessidade de enfrentamento firme deste tipo de comportamento", continua.>
"Reafirmamos nossa solidariedade, apoio e confiança na força da Jordana, que seguirá utilizando sua voz e sua visibilidade para lutar por respeito, dignidade e proteção às mulheres. Este episódio não pode ser normalizado, silenciado ou tratado como algo comum. Ele precisa servir de alerta e conscientização social. Às mulheres que já passaram ou venham a passar por situações semelhantes: não aceitem, não se culpem, não se envergonhem. Denunciar, reagir e se posicionar é um direito — e também um ato de coragem. Que nenhuma mulher se cale diante da violência", finaliza o comunicado.
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