Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Escandalo no PSG: Jogador é acusado de trabalho escravo e alega "traição de confiança"

Família colombiana denuncia jornadas de 82 horas sem folga na casa do jogador

  • Foto do(a) author(a) Nauan Sacramento
  • Nauan Sacramento

Publicado em 23 de janeiro de 2026 às 20:55

Lucas Hernández
Lucas Hernández Crédito: Divulgação/PSG

O defensor do Paris Saint-Germain e da seleção francesa, Lucas Hernandez, e sua companheira estão sob investigação. O casal é alvo de acusações relacionadas a tráfico de pessoas e contratação de trabalho ilegal. A informação foi divulgada pelo Ministério Público de Versalhes, nesta quarta-feira (21). As informações são do portal CNN.

Em sua defesa, o casal negou qualquer irregularidade. Eles afirmaram ter agido com bondade e boa-fé, sustentando a tese de que foram, na verdade, vítimas de uma manipulação externa. A apuração detalha as denúncias feitas por uma família colombiana de cinco integrantes. Eles alegam terem trabalhado em situação irregular para o jogador e sua parceira entre o período de setembro de 2024 e novembro de 2025.

De acordo com as informações, os cidadãos colombianos exerciam funções de segurança e babá. No entanto, eles não tinham direito a dias de descanso e enfrentavam jornadas exaustivas que, em certas ocasiões, atingiam entre 72 até 84 horas semanais de trabalho.

Por meio de um comunicado oficial, Hernandez, campeão do mundo em 2018, e sua companheira, Victoria Triay, refutaram as acusações apresentadas pela família. "Abrimos as portas de nossa casa e de nossas vidas para indivíduos que se apresentaram como amigos, que buscaram nossa benevolência e por quem nutrimos um afeto real", declarou o casal.

O casal ressaltou que ofereceu apoio e acreditou no relato dos funcionários sobre o processo de regularização migratória, concluindo que "essa confiança foi traída". No mesmo documento, o jogador e sua parceira afirmaram ter sido manipulados por narrativas comoventes e garantias inverídicas. "Nossa conduta foi humana. Aprendemos, de forma dolorosa, como o sentimento de compaixão pode ser instrumentalizado", finalizaram.

Tags:

Crime Escravidão Jogador