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Heider Sacramento
Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 19:58
Rodrigo Bocardi é o convidado do The Noite desta terça-feira (3), e aproveita a conversa com Danilo Gentili para revisitar passagens marcantes de sua trajetória no jornalismo brasileiro. No programa, o comunicador fala sobre os anos de atuação na TV Globo, coberturas históricas que marcaram sua carreira e apresenta ao público o novo projeto profissional, a Boca TV. >
Durante a entrevista, Bocardi relembra os 25 anos em que trabalhou na Globo e o reconhecimento nacional que ganhou ao assumir a bancada do Bom Dia São Paulo, em 2013. Antes disso, passou pela editoria de economia e estreou como repórter em 2002, no Antena Paulista, iniciando uma trajetória que o levaria a coberturas de grande impacto.>
Rodrigo Bocardi no The Noite
Entre os momentos mais marcantes, o jornalista cita o acidente aéreo da TAM em Congonhas, em 2007, quando foi um dos primeiros profissionais da imprensa a chegar ao local. Ele também comenta a experiência como correspondente internacional em Nova York, período em que cobriu acontecimentos importantes, como a passagem dos furacões Irene e Sandy pelos Estados Unidos.>
Após deixar a Globo, Bocardi decidiu investir em um novo modelo de comunicação direta com o público e criou a Boca TV, projeto que começou como um portal de notícias distribuído pelo WhatsApp e pelo Instagram. Segundo ele, a resposta foi imediata e intensa, com centenas de mensagens enviadas diariamente por pessoas relatando problemas do cotidiano. “Eu achei que, no começo, não viria nada, mas começaram a chegar de 400 a 500 mensagens por dia, com vídeos prontos. A mesma dor que você sente, todo mundo sente. O desrespeito é explícito”, afirmou.>
Diante da repercussão, o jornalista revelou que pretende ampliar o alcance da iniciativa ainda neste ano, apostando na regionalização do projeto. A ideia é levar a Boca TV para as principais cidades do interior de São Paulo e para todas as capitais do país, permitindo que cada região tenha espaço para expor e buscar soluções para seus próprios problemas.>
Na conversa, Bocardi também fala sobre o período em que viveu em Angola, experiência que define como transformadora tanto no aspecto profissional quanto pessoal.>