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Repórter baiana volta às redes e detalha violência obstétrica após parto da filha: 'Momentos de horror'

Após publicar stories sobre complicações no pós-parto, a repórter Pauliane Araújo compartilhou um vídeo detalhando o momento

  • Foto do(a) author(a) Ana Beatriz Sousa
  • Ana Beatriz Sousa

Publicado em 12 de novembro de 2025 às 17:27

Pauliane Araújo
Pauliane Araújo Crédito: Reprodução

A jornalista Pauliane Araújo, conhecida por seu trabalho como repórter da Record, emocionou e preocupou seguidores ao dar detalhes sobre o caso de violência obstétrica sofrido por ela. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (12), ela contou ter vivido momentos de desespero após o nascimento da primeira filha, Maria Helena, no último dia 5 de novembro.

Segundo Pauliane, o parto foi tranquilo e cercado de cuidado, mas as complicações começaram logo após a alta hospitalar, quando precisou ser reinternada às pressas por causa de um sangramento intenso. “Foram sangue por todo lado. Bruna, minha obstetra, foi rápida o suficiente para me mandar para o hospital antes que eu entrasse em um quadro irreversível”, relatou.

A jornalista explicou que, durante essa reinternação, viveu situações que se enquadram no que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define como violência obstétrica, ou seja, maus-tratos ou desrespeito à mulher durante o período da gestação, parto ou pós-parto.

“Realmente aconteceram situações que, de acordo com a definição formal do que é violência obstétrica, podem ser caracterizadas assim. Mas não foram durante o parto, e sim depois da minha alta”, disse.

Pauliane contou que foi tratada com grosseria e falta de empatia por parte de alguns profissionais do hospital, enquanto ainda estava debilitada. “Eu sendo examinada, sem anestesia, com muita dor, e uma das pessoas me deu um tapa no braço e falou: ‘Bora, bora’. Eu pedi calma, pelo amor de Deus. Outra jogou minhas sandálias do lado do meu marido”, descreveu.

Pauliane Araújo por Reprodução

Ela também relatou que a filha, recém-nascida, ficou horas sem se alimentar, mesmo após os pedidos da família. “Eu ouvi que ela não estava internada e iam ver se podiam fazer alguma coisa. Eu entrei em desespero, pensei: ‘Quem vai alimentar minha filha se eu morrer?’”, contou emocionada.

A repórter reforçou que o parto, realizado pela obstetra Bruna, foi “impecável” e “salvou a vida” de sua filha. “Quero deixar muito claro que o parto foi lindo, impecável. A equipe que me acompanhou antes e durante o parto foi maravilhosa. As pessoas envolvidas nos eventos negativos não são dessa equipe”, destacou.

Após o vídeo repercutir, Pauliane disse que o hospital já entrou em contato. “Desde ontem, a ouvidoria do hospital está conversando comigo”, afirmou. Ela finalizou pedindo compreensão aos seguidores enquanto se recupera emocional e fisicamente:

“Foi emocionalmente muito forte. Eu estou tentando me reorganizar, cuidar da minha filha e da minha saúde. Espero que mais ninguém passe por isso.”

A jornalista segue em casa, em recuperação, ao lado da filha e do marido.

Tags:

Gravidez Record Violência Pauliane Araújo